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Enviado: terça nov 14, 2006 22:00
por Rasec
Posso-te dizer que tentam... mas é uma razão custo/benefício!


Agora queria ver a BMW a vender os seus carros a 35€ o carro, com um lucro de uns 30% por unidade, a cerca de 55 mil pontos de venda com cerveja à pressão, SÓ para falar em Portugal...


Eu percebi a tua imagem, mas há coisas que não são comparáveis!

Enviado: quarta nov 15, 2006 16:57
por Ega
bmxutos Escreveu:
É lógico que percebo que nem a Central, nem a Unicer, nem qualquer outra empresa de cerveja possa controlar todos os bares, cafés e restaurantes ond a sua cerveja é vendida. Para além de uma tarefa hercúlea, também será provavelmente inglória. Mas acho que as cervejeiras deviam de ter um pouco mais de cuidado com estas situações, pois a imagem da marca vai ficar reflectida na mente das pessoas através dessas imperiais, boas ou más, que elas bebem em bares, cafés e estabelecimentos similares. Como controlar então? Para isso é que já não tenho uma resposta....


Caro Bruno:

Acho que a solução não passa por controlo (ou só por controlo). As cervejeiras é que podiam ter um elemento profissional que andasse pelos postos de venda a dar algum tipo de formação aos vendedores finais. É que muitas das pessoas que têm cafés ou bares não têm qualquer profissionalimo no serviço de venda de cerveja e pouca vontade têm em melhorar a situação, visto que a maioria dos clientes não se importam e conformam-se com o serviço que lhes prestam. Mas isto já é um caracter do espírito português.
Com essa mini-formação todos ganhavam (cervejeiras, vendedor final e cliente)!

Cumprimentos

Enviado: quarta nov 15, 2006 18:21
por bmxutos
Ega Escreveu:
Caro Bruno:

Acho que a solução não passa por controlo (ou só por controlo). As cervejeiras é que podiam ter um elemento profissional que andasse pelos postos de venda a dar algum tipo de formação aos vendedores finais. É que muitas das pessoas que têm cafés ou bares não têm qualquer profissionalimo no serviço de venda de cerveja e pouca vontade têm em melhorar a situação, visto que a maioria dos clientes não se importam e conformam-se com o serviço que lhes prestam. Mas isto já é um caracter do espírito português.
Com essa mini-formação todos ganhavam (cervejeiras, vendedor final e cliente)!

Cumprimentos


Amigo Ega,

é uma boa análise e, de facto, um ponto de partida para a eventual melhoria da qualidade da cerveja (leia-se imperial) que nos é servida nos cafés e restaurantes. Acredito que, financeiramente, essa equipa de técnicos não onerasse muito os encargos das cervejeiras. É claro que tal demoraria muito a executar, já que primeiro seria necessário formar esses técnicos e depois, tendo em consideração os inúmeros estabelecimentos que têm uma torneira de cerveja, seriam precisos alguns anos até esta tarefa estar concluida. Aliás, concluída nunca estaria, mas pelo menos bastante adiantada.

Todavia, e como bem constatas, o povo português não é muito de reclamar e, por conseguinte, qual o motivo que levaria as cervejeiras a lançarem este projecto, se a imperial continua a vender bem? Aplica-se aqui o jargão: em equipa que ganha nãp se mexe! Enquanto as pessoas não reclamarem e as vendas não baixarem, não há motivos para alterar a política. E não é por uns poucos, como nós, levantarem a voz, que algo se alterará nos próximos tempos. Tanto para mais que, conforme diz (e bem) o Rasec, não pode ser imputado às cervejeiras a pouca qualidade do produto. Mas, como eu tb já disse, parece-me que estas se podiam esforçar um bocadinho mais....

Um abraço,

Bruno
CervejasDoMundo.com

Enviado: quarta nov 15, 2006 20:55
por Rasec
Ega Escreveu:
bmxutos Escreveu:
É lógico que percebo que nem a Central, nem a Unicer, nem qualquer outra empresa de cerveja possa controlar todos os bares, cafés e restaurantes ond a sua cerveja é vendida. Para além de uma tarefa hercúlea, também será provavelmente inglória. Mas acho que as cervejeiras deviam de ter um pouco mais de cuidado com estas situações, pois a imagem da marca vai ficar reflectida na mente das pessoas através dessas imperiais, boas ou más, que elas bebem em bares, cafés e estabelecimentos similares. Como controlar então? Para isso é que já não tenho uma resposta....


Caro Bruno:

Acho que a solução não passa por controlo (ou só por controlo). As cervejeiras é que podiam ter um elemento profissional que andasse pelos postos de venda a dar algum tipo de formação aos vendedores finais. É que muitas das pessoas que têm cafés ou bares não têm qualquer profissionalimo no serviço de venda de cerveja e pouca vontade têm em melhorar a situação, visto que a maioria dos clientes não se importam e conformam-se com o serviço que lhes prestam. Mas isto já é um caracter do espírito português.
Com essa mini-formação todos ganhavam (cervejeiras, vendedor final e cliente)!

Cumprimentos



Pois, como devem imaginar, essas boas ideias que vocês vão tendo, as cervejeiras já as tiveram muito antes de vocês! :wink:

Já há muito tempo que se fazem cursos de formação ao retalhista, em diversos formatos diferentes, e auditorias de qualidade aos pontos de venda.

Mas mais uma vez, só em Portugal (não falando no mercado internacional, e as nossas cervejeiras estão-se a expandir e MUITO), de forma grosseira, existem cerca de 110 mil pontos de venda com cerveja à pressão (numa relação 60:40, Unicer:Central), este número cresce anualmente... façam as vossas contas...


Posso dizer-vos que pessoalmente, já dei mais de 300 horas de formação a clientes da minha empresa sobre cerveja à pressão, e já fiz centenas de auditorias em todo o país, eramos 6, e corremos o país todo em 15 meses... não chegamos nem a uma pequena gota do imenso oceano!

Enviado: sexta nov 17, 2006 11:33
por Canecas
Votei Super Bock ate porque onde me encontro estou um bocadinho limitado a cervejas tugas

Enviado: terça mar 25, 2008 23:41
por cortereal
SAGRES claro.
Imagem
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Enviado: segunda jul 14, 2008 23:47
por Homer
Definitely Sagres.

Nem é pela qualidade. Sou pela Sagres e pronto. É como ser do Porto, do Benfica ou do Sporting. Parece que se nasce com isto.

Enviado: terça jul 15, 2008 19:26
por mcQueen
coloquei como outras, pq só bebo sem alcool; mas a melhor de todas é sem duvida a sagres 0.


:shock: :shock: :shock: <<<>>>

Enviado: quarta set 03, 2008 14:31
por TIRSENSE
Agoro cheguei mesmo à conclusão que não percebo mesmo nada do assunto ... escolhi Cintra porque a acho uma cerveja leve e "que cai bem" mas também só a consumo nos meses de verão, no inverno è mais stout ( gostava muito da Magna, que agora não encontro no nercado)

Enviado: domingo set 14, 2008 0:25
por beertruck
TIRSENSE Escreveu:Agoro cheguei mesmo à conclusão que não percebo mesmo nada do assunto ... escolhi Cintra porque a acho uma cerveja leve e "que cai bem" mas também só a consumo nos meses de verão, no inverno è mais stout ( gostava muito da Magna, que agora não encontro no nercado)
A Sumolis ou Cereuro ou lá quem são eles tem agora a Tagus Dark. Não sei se é a mesma cerveja com um novo nome (bebi muito poucas Magnas porque não eram fáceis de encontrar) mas está muito boa.

Enviado: segunda set 15, 2008 1:55
por Cerevisiae
Estou a beber uma TAGUS Rouge.diz aqui que é uma amber Ale. DEvo reconhecer duas coisas:

- Estão a tentar imitar a Boémia da Sagres. Segue a mesma linha, uma red Ale, com 6,2% de alcool mas não tão doce como a boémia. Não gostei foi de ver a presençe de um edulcorante nos ingredientes.:(

- Não é má. e pela primeira vez aparece alguém em Portugal de produzir uma Ale e identificala como tal. :D Agora falta saber se os consumidores percebem e valorizam a diferença. :?

Para quem ainda não provou creio que embora não seja uma 2grande" cerveja vale a pena experimentar.

1 abraço,

Fernando