Super Bock Abadia ou Sagres Bohemia?

Comente quais as suas cervejas preferidas, aquelas que menos gosta, as suas qualidades, defeitos e características.
mitos
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Mensagempor mitos » segunda jun 25, 2007 13:30

de todos estes comentarios q li (e tudo faz sentido) retive duas coisas q me parecem paradigmaticas e q nao referi no meu coment inicial (pq as desconhecia) mas q reforçam o q disse

1 - a dita cuja nao tem sagres no rotulo (ou se tem nao se ve) dando destaque so a bohemia.

este facto poderia fazer todo o sentido se a opção tivesse sido tomada no inicio do lançamento da marca bohemia (autonomizando-a da sagres). como é mais barato aproveitar as umbrelas q ja existem la veio mais uma vez a solução dos chicos espertos.

esta versao ter perdido o sagres so reforça o ponto de que esse parece ser um nome maldito a norte da ponte de vila franca de xira ;-) . na minha singela opiniao isto mostra muito pouco orgulho na marca, mas lá está eu sou marketeer de bancada, se la estivesse se calhar fazia o mesmo

2 - o facto de esta bohemia ser inferior à outra (dita sulista e elitista eh eh eh)

isto é mais grave, se bem q demonstra o apreço q a empresa em questao tem plos consumidores do norte, provando q se trata so de mais uma experimentação de estratégia, onde nao vale a pena gastar muito dinheiro

assim sendo nao admira q os consumidores do norte, bacocos ou nao, penalizem a marca

por ultimo o comentario ao comentario sobre o premium. de facto é das maiores imbecilidades / vulgaridades q se pode dizer acerca dum produto/marca mas q dá muito jeito lá isso dá :-) . a ter algum significado isso deveria ser um reconhecimento por parte dos consumidores e nao uma auto designaçao de produtores. no panorama actual nao ha nada mais banal q ser premium :-)


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bmxutos
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Mensagempor bmxutos » segunda jun 25, 2007 16:34

Pelos vistos a apresentação da bohemia D'Ouro foi em grande:

in Festas & Eventos de 29-05-2007

"A noite de 15 de Junho vai ficar na história da cidade do Porto. A Sagres está a preparar para a Ribeira o maior bar do mundo. Luz, espectáculos multimédia, actuações de conhecidos dj’s (o holandês Tiesto é figura de cartaz) condimentam uma noite que a organização pretende que seja única.
O “Sagres Encontra-te Aqui Porto 2007” tem entrada livre, podendo todos os participantes ter acesso a um bar com 100 metros de balcão e uma pista de dança bem característica, com o Douro e as caves de Gaia como pano de fundo.
Com este grande evento, a Sagres procura reforçar a sua posição no Norte, bem como fortalecer a proximidade entre a marca e a música. Mais informações em http://sagres-tiesto-porto.blogspot.com "


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Mensagempor Ega » terça jun 26, 2007 0:33

Rasec Escreveu:
Ega Escreveu:
Eu penso é que as duas grandes cervejeiras portuguesas, com todo o knowhow, os meios, instalações, e condições financeiras e contactos que possuem poderiam produzir, numa pequena unidade anexa ou mesmo no interior da fábrica principal, uma cerveja de qualidade, em quantidades pequenas, mas para clientes "selectos" e exigentes, mesmo que tal se reflectisse no preço final. Seria uma opção não virada para o lucro, mas para a satisfação de certos apreciadores. Porque não fazem isto? É uma pergunta que não sei responder..

Cumprimentos!



A UNICER tem essa unidade e tem essas boas cervejas especiais que tanto gostamos. São vendidas nas Republicas da Cerveja (Porto e Lisboa).


Mas caro Rasec porque não põe a UNICER essas boas cervejas no mercado? Não haverá um pequeno espaço nas enormes galerias dos hipermercados para uma dúzia de garrafas dessas cervejas?

É que nem todos têm a sorte de morar em Lisboa ou no Porto para poderem apreciar tais cervejas nas Republicas da Cerveja.

Mas tenho que admitir, sabia que nas Republicas da Cerveja se disponibilizavam cervejas especiais e sazonais, mas ignorava que eram produzidas directamente pela fábrica da UNICER. Seja de que modo for, há que reconhecer a bondade da iniciativa. Mas mesmo assim espera-se mais das duas grandes cervejeiras portuguesas.

Cumps.


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Mensagempor Ega » terça jun 26, 2007 0:40

bmxutos Escreveu:Com este grande evento, a Sagres procura reforçar a sua posição no Norte, bem como fortalecer a proximidade entre a marca e a música. "


Não é o que tentam todas? Associar as marcas à juventude, à música e ao cinema? É vira e o disco e toca o mesmo...

Quando houver alguma novidade verdadeiramente nova no mundo cervejeiro português por favor avisem-me... (((()))) (((())))


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Rasec
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Mensagempor Rasec » terça jun 26, 2007 9:34

Ega Escreveu:
Rasec Escreveu:
Ega Escreveu:
Eu penso é que as duas grandes cervejeiras portuguesas, com todo o knowhow, os meios, instalações, e condições financeiras e contactos que possuem poderiam produzir, numa pequena unidade anexa ou mesmo no interior da fábrica principal, uma cerveja de qualidade, em quantidades pequenas, mas para clientes "selectos" e exigentes, mesmo que tal se reflectisse no preço final. Seria uma opção não virada para o lucro, mas para a satisfação de certos apreciadores. Porque não fazem isto? É uma pergunta que não sei responder..

Cumprimentos!



A UNICER tem essa unidade e tem essas boas cervejas especiais que tanto gostamos. São vendidas nas Republicas da Cerveja (Porto e Lisboa).


Mas caro Rasec porque não põe a UNICER essas boas cervejas no mercado? Não haverá um pequeno espaço nas enormes galerias dos hipermercados para uma dúzia de garrafas dessas cervejas?

É que nem todos têm a sorte de morar em Lisboa ou no Porto para poderem apreciar tais cervejas nas Republicas da Cerveja.

Mas tenho que admitir, sabia que nas Republicas da Cerveja se disponibilizavam cervejas especiais e sazonais, mas ignorava que eram produzidas directamente pela fábrica da UNICER. Seja de que modo for, há que reconhecer a bondade da iniciativa. Mas mesmo assim espera-se mais das duas grandes cervejeiras portuguesas.

Cumps.


Porque não dá lucro! Não há nenhuma emrpesa que trabalhe para ter prejuizo... são empresas geridas por gestores e accionistas, não são a santa casa da misericordia dos apaixonados das cervejas! :wink:


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Mensagempor Cerevisiae » quarta jun 27, 2007 1:03

Rasec Escreveu:
Porque não dá lucro! Não há nenhuma emrpesa que trabalhe para ter prejuizo... são empresas geridas por gestores e accionistas, não são a santa casa da misericordia dos apaixonados das cervejas! :wink:


Obviamente! uma cervejeira produz lucro ... não produz cerveja!

É assim em todos os sectores de actividade. Produtos diferenciados e de qualidade custam muito dinheiro a produzir e a publicitar. Se não há consumidores em número suficiente ... chapéu
A solução encontrada em muitos países são as micro-breweries que têm produções limitadas mas (normalmente ) de qualidade. Será que em Portugal haveria mercado para isto? ou o pessoal entrava numa micro e pedia uma Suber Bock ou uma Sagres?


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Mensagempor Ega » quarta jun 27, 2007 1:03

Rasec Escreveu:
Ega Escreveu:
Rasec Escreveu:
Ega Escreveu:
Eu penso é que as duas grandes cervejeiras portuguesas, com todo o knowhow, os meios, instalações, e condições financeiras e contactos que possuem poderiam produzir, numa pequena unidade anexa ou mesmo no interior da fábrica principal, uma cerveja de qualidade, em quantidades pequenas, mas para clientes "selectos" e exigentes, mesmo que tal se reflectisse no preço final. Seria uma opção não virada para o lucro, mas para a satisfação de certos apreciadores. Porque não fazem isto? É uma pergunta que não sei responder..

Cumprimentos!



A UNICER tem essa unidade e tem essas boas cervejas especiais que tanto gostamos. São vendidas nas Republicas da Cerveja (Porto e Lisboa).


Mas caro Rasec porque não põe a UNICER essas boas cervejas no mercado? Não haverá um pequeno espaço nas enormes galerias dos hipermercados para uma dúzia de garrafas dessas cervejas?

É que nem todos têm a sorte de morar em Lisboa ou no Porto para poderem apreciar tais cervejas nas Republicas da Cerveja.

Mas tenho que admitir, sabia que nas Republicas da Cerveja se disponibilizavam cervejas especiais e sazonais, mas ignorava que eram produzidas directamente pela fábrica da UNICER. Seja de que modo for, há que reconhecer a bondade da iniciativa. Mas mesmo assim espera-se mais das duas grandes cervejeiras portuguesas.

Cumps.


Porque não dá lucro! Não há nenhuma emrpesa que trabalhe para ter prejuizo... são empresas geridas por gestores e accionistas, não são a santa casa da misericordia dos apaixonados das cervejas! :wink:


Mas para o objectivo lucro já existem as lagers normais, as Bohemias e companhia! E eu não quero solidariedade, não quero que me dêm cerveja, só peço uma pequena produção de cerveja como deve ser, nem que eu tenha de pagar mais caro! E isto que eu estou a dizer não é novidade nenhuma, porque em todas as grandes empresas de todos os sectores há os produtos topo de gama, os protótipos, e por aí fora... e não será por isso que essas empresas irão à falência. Deveria haver,em qualquer negócio, por parte da empresa um mínimo de tributo, de homenagem ao produto que fabricam! E isto exige-se ainda mais às grandes empresas que já estão há muito tempo instaladas no mercado e com quotas seguras e estáveis... São estas que têm algum espaço de manobra financeiro e de meios para tal, como disse em cima.

Mas enfim, resta saber se não querem ou não são capazes de fazer uma boa cerveja do ponto de vista "meramente" qualitativo... :?

Cumps.


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Mensagempor Rasec » quarta jun 27, 2007 10:54

Ega, vamos ver se nos entendemos, com calma.

Aquilo que tu queres, "protótipos" e "produtos de qualidade", já existem na República da Cerveja. Acredita que é um projecto que não dá muito lucro á Unicer, para não dizer "nenhum lucro".

Agora aquilo que tu pedes, que é engarrafar esses produtos e distribui-los a nível nacional com publicidade que os suporte, pura e simplesmente, não é possível de fazer em Portugal, porque NUNCA dará lucro!

Basta ver quantos somos aqui no forum...


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Mensagempor mitos » quinta jun 28, 2007 9:38

la está uma daquelas questoes q eu adoro, e q ja varias vezes discutimos aqui no forum

eu proprio tenho duas opinioes diferentes e por isso concordo (ou acho q tem razao) com o q ambos estao a dizer. como marketeer q sou (ou q fui ;-) ) acho q o rasec tem toda a razao, como consumidor apaixonado q cada vez mais sou revejo-me mto na opiniao do ega.

tentando conciliar as duas coisas acho q a soluçao (q eu ando ha uns meses a pensar como poderia implementar) estara numa micro brewery q mta qualidade e variedade, q começe com um estabelecimento e q use um canal barato p distribuiçao das suas "experiencias" a um pequeno grupo de apaixonados (por exemplo a net, por exemplo um site como o nosso)

se isto começar assim, a coisa vai cresecendo, os consumidores passam a palavra e com sorte as micros multiplicam-se e daqui a uns anos as macros estão a ver q o mercado é atractivo e entram nele.

sinceramente nao estou a ver q seja provavel a coisa começar de outra forma q nao seja plo mais interessados nisto - os tais apaixonados - pq negocio é negocio, e paixao é paixao, e a mistura raramente resulta bem

é mais facil ver o papa a vender preservativos e a fumar umas ganzas q as grandes cervejeiras a apostar neste mercado de inicio


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Mensagempor VicMaP » domingo jul 01, 2007 13:08

Eis-me de volta, e, regressado, encontro o debate muito interessante.

Claro que o Rasec tem razão: as cervejeiras querem ter lucro. Mas tal não quer dizer que esta opção que tomam seja a mais correcta.
Quanto a mim, o problema passa pela mentalidade do nosso empresário, que o mais das vezes não chega a ser empresário: é uma mescla de patrão e capataz. Sim, que ser empresário é muito diferente de ser patrão.
Por mais que custe encarar a realidade, por cá, e conforme afirma o Rasec, só o lucro conta. Se o públco quer mixórdias, pois que se lhe dê mixórdias...desde que sejam lucrativas

Claramente, concordo com o Ega: a Unicer poderia disponibilizar os produtos da República da Cerveja, mesmo que o fizessem somente edições reduzidas e a título de experiência. E nem creio que daí lhes viessem grandes prejuízos. Se não estou em erro, as grandes empresas têm quuase sempre verbas disponibilizadas para este tipo de testes de mercado. E dou como termo de comparação uma cerveja de que ainda há pouco aqui falámos: a Reserva 1925 da Alhambra. A sua distribuição, mesmo em Espanha, ainda é algo restrita. Tal não tem impedido que a sua fama, dado a sua qualidade, tenha ultrapassado fronteiras. E nem me parece que a Alhambra esteja a ter prejuízos com essa cerveja embora se trate de um produto destinado a um publico alvo exigente, que, lá como cá, é uma minoria.

Mas por cá, é claro que para tal suceder, teria que haver uma revolução nas mentalidades e sabe-se como somos avessos a esses...atrevimentos.

Depois, há a velha questão do deixa andar, portuguessísima. Se não, veja-se:
A Republica da Cerveja tem copos próprios e tem um departamento de marketing que procede à sua venda. Não sou coleccionador de copos, mas tenho alguns. E como achei bonito o copo deles género balão, perguntei uma vez se não me vendiam um. O encarregado informou-me que lamentava, mas que desses copos estavam quase em rotura, mesmo para servirem à mesa, uma vez que quem os fornecia estava em falta. Mas acrescentou que estavam à espera de nova remessa, e que quando eu lá voltasse repetisse o pedido, porque já deveria haver. Pois, pois.
Passados uns tempos, voltei a ir lá almoçar, repeti o pedido e...foi-me dada a mesma resposta!
Vocês imaginam uma marca belga ou alemã, mesmo que pequena, a não conseguir comercializar os seus copos, por falha do fornecedor (ou por qualquer outra razão)? Isto só cá, meus amigos!! :evil:
Isto é a organização à portuguesa em todo o seu esplendor. Se é assim nestes pequenos pormenores, como querem que se invista de forma inovadora e em questões de fundo?

Abraço

Vic


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Mensagempor mitos » domingo jul 01, 2007 15:25

ha uns tempos disse q ia escrever aqui sobre o que penso q será o futuro do desenvoilvimento do mercado cervejeiro em protugal. pura futurologia e mania de marketeer apaixonado por cerveja. aviso ja q tudo o q disser pode estar totalmente errado :-). a ver vamos se o tempo me dá razao ou nao

o vicmap aflorou aqui e agora a questao q me parece central para este exercicio digno de bola de cristal, e como tal vou dar-lhe seguimento pra cumprimento da minha promessa

penso, e mais a frente tentarei justificar e dar exemplos, q o desenvolvimento do mercado cervejeiro em portugal, numa optica do q nós apaixonados chamamos de qualidade, se fará plo caminho das reservas e ediçoes especiais e produtos (nao promnoçoes) sazonais`

ponho fora desta questão, e incluo-as no q o vicmap chamou e bem de mixordias, todas as greens, tangos, limas e afins. isto sao malabarismos para cativar quem nem sequer gosta de cerveja e portanto nem deveriam ter cabimento neste forum ;-)

passemos entao ao q interessa. o passado recente, leia-se bohemia e sobretudo a 1835 com mais sucesso, ou a abadia mais fraquita, mostrou q parece haver aqui uma tendencia pra produtos/cervejas mais diferenciados, de maior valor acrescentado e que exploram e preenchem preferencias de consumo marcadamente diferentes (eu nao queria chamar-lhe premium pq ainda ha uns dias andei a gozar c os marketeers q acham q tudo o q fazem é premium e portanto hoje nao ha nada mais banal do q ser premium :-) )

o exemplo dado sobre a alhambre reserva, ao q parece uma excelente cerveja, e das artesanais da republica, enquadram-se prefeita/ neste tendencia. mais uma vez se poe a eterna questao do lucro vs volume em jogo, com a consequente consequencia (passo a duplicação) no preço

em minha opinião à medida q nós consumidores fomos consumindo mais os produtos de maior valor acrescentado, oa marketeers investirao mais tempo e paciencia e dinheiro a pensar em novos produtos. acreditem q nada lhes dá mais gozo (e melhor justificam os ordenados q ganham) do q vender produtos mais caros (os livros de marketing chamam a isto trade up e é geralmente visto como um factor de sucesso na gestao de marcas)

agora vem a parte de advogado do diabo (pra nao tar so aqui a bater no ceguinho): qual o share da bohemia em relaçao à sagres? ou mm da abadia em relação à sbock? e qual a parte dos clientes da republica q pedem uma imperial "normal" em detrimento duma especial?

quero evitar cair na questao da galinha e do ovo mas devemos concordar q os tais capatazes cervejeiros (gostei da imagem ;-) ) ate têm dado uns passitos, timidos é certo, mas justificados por quem tem muito mais a perder do q a ganahr nesta questão (e voltamos ao tema: eles sao pagos pra entregar dividendos aos accionistas e nao pra educar o consumidor de cerveja, num pais onde até nem existe grande apetência pra sofisticação). os principais passos têm q ser dados por nós consumidores, sobre isso nao existe a mais pequena duvida

por ultimo alguns exemplos q ilustram o q referi, todos do ramo alimentar pra facilitar a comparação, ordenados por ordem mais ou menos cronologica:

ex 1. qd eu era pequenino, e isso quer dizer ha uns 30 anos atras, so havia iogurtes vigor naturais em frasco de vidro. lembro-me da autentica revolução q foi o primeiro iogurte de morango. hoje a variedade é talvez a maior no mundo alimentar e os lançamentos sucedem-se (e morrem) ao ritmo de mtos por mês. tentativo e erro à mistura com desejo de experimentaçao por parte do consumidor. é claro q antes desta avalanche foi feito um trabalho brutal de aumento de penetraçao do consumo (feito de varias formas). o exemplo dos iogurtes ilustra só o aumento de variedade para o qual os mercados tendem, embora por vezes mais lentos do q nós gostariamos

ex 2. de ha uns anos a este parte, talvez 10/15 o mercado de vinhos sofreu uma mudança enorme. sempre houve variedade, cada terriola tinha a sua adega cooperativa, e cada adega cooperativa tinha plo menos 2 ou 3 produtos a q chamavam vinho. a mudança deu-se principal/ segundo dois vectores principais. o primeiro o do aumento muuuuito significativo da qualidade dos produtos, com os preços a acompanharem, e o segundo o do nascimento de marcas fortes bem posicionadas num mercado bem segmentado. resultado: uma das melhores ofertas de vinho do mundo, repito, do mundo, com preços exagerados é certo, mas q satisfaz quase na totalidade as pnecessidades e expectativas dos consumidores. este exemplo dos vinhos mostra q quando ha apetencia por parte dos consumidores os mercados/produtos evoluem no sentido do aumento da qualidade e do preço.

ex 3. nos ultimos anos, e acho q talvez 2 ou 3, o mercado mais tradicionalista e conservador q havia no alimentar, e no qual qualquer inovaçao seria logo apelidade de intrujice, iniciou tb ele a senda da inovação. tou a falar dos azeites, produto tradicional, fortemente enraziado nas tradiçoes portuguesas e q ate por questoes legais nao admite misturas, quaisquer q elas sejam. pois bem todos nós ja compramos, e o segmento está em crescimento acelerado, condimentos a base de zaeite e ervas e limao e piri piri e mais nao sei o q. note-se q estes produtos nem sequer podem ser designados por azeite (em termos legais, como as aguas com sabores) mas contribuiram para um crescimento em valor (nao em volume) do mercado pq vendem generica/ o mm produto a um preço muito mais alto pq tem um grande valor acrescentado. este exemplo mostra q todos os mercados se podem sofisticar, o q neste caso acontecem via inovação de produto (pq a qualidade ja tava mais do q garantida)

ex 4. e ultimo as aguas com gaz com sabor (às quais tive a honra e o prazer de estar ligado no lançamento da frize em portugal). isto q hoje conhecemos como um sucesso (em primeira mao de uma marca e deposi de um segmento) teve um parto dificil, fruto da capacidade visionaria e do espirito de risco de uma so pessoa q num misto de intuição e capadicade analitica previu q o mercado de aguas com gaz tionha potencial para dar enormes rentabilidades. tudo o q se passou desde o lançamento da primeira frize (sem sabor) ate agora ilustra q quando exsite visao e o mercado esta pronto as coisas acontecem, é tudo uma questao de timing

resumo e conclusão: ha-de chegar a hora das cervejas (q estao agora a sair da fase do vigor em frascos de vidro) e o caminho a percorrer tem q ser uma interaçao entre marcas e consumidores. ninguem aqui faz favores a ninguem

as minhas desculpas se isto ficou longo demais (parece q sim :-) )


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Mensagempor bmxutos » terça jul 03, 2007 0:58

Esta questão das cervejas aromatizadas e da luta entre sagres/sb e bohemia/abadia é muito interessante. Aliás, foi com grande interesse que li os textos do Rasec, Ega, mitos, Cerevisiae e Vic sobre este assunto. Portanto, agora vou dar a minha colherada!

Gostaria de ter a mesma visão optimista que o mitos relativamente à evolução do nosso mercado. Gostaria de pensar que daqui a alguns anos outras bohemias e abadias pululavam nas prateleiras dos nossos supermercados. Mas tal não me parece o percurso a seguir pelas nossas grandes empresas cervejeiras. Analisemos a situação. O mercado português de cervejas está bem consolidado e o crescimento das empresas é residual e muito dependente de termos verões mais ou menos quentes. O consumidor exigente, como nós, é residual e pouco importante para as empresa. Quem bebe cerveja é, em geral, fiel a uma marca, a qual considera a melhor do mundo. Ou seja, por onde podem crescer as vendas das cervejeiras: pelo lado daqueles poucos malucos que gostam de cervejas belgas e alemãs e que não se importam de pagar 2 e 3 euros por uma cerveja? Ou pelo lado bem maior de todas aquelas pessoas que regularmente não bebem cerveja pois não gostam?Parece-me bem mais simples "atacar" este segundo grupo do que criar produtos de qualidade e com vendas mínimas...

Infelizmente, Portugal passou ao lado da evolução que se fez em muitos outros países. A seguir à 2ª Guerra Mundial, apenas as empresas maiores e de grande capacidade sobreviveram. As pequenas cervejarias ou desapareceram ou ficaram adstritas a certas regiões ou mesmo aldeias. Tal permitiu o grande desenvolvimento de gigantes cervejeiros actuais como a Carlsbersg, Bud, Heineken e afins. No entanto, com o suceder das décadas as pequenas empresas voltaram a ganhar algum fôlego e em países como a Alemanha, Bélgica ou Rep. Checa representam, actualmente, uma larga fatia do mercado. Isso permitiu a coexistência de produtos de grande qualidade com outros de grande distribuição mas menor valor. O que é que as companhias desses países então decidiram fazer? Aquisição das pequenas empresas e dos produtos de qualidade. É mais fácil comprar do que lançar um produto competamente novo. Chagados a esta fase, restava conquistar a fatia dos não consumidores. Foi algo que testemunhei quando estive recentemente na Alemanha: dezenas de marcas de cervejas com misturas, vitaminas adicionadas, cores berrantes, baixo teor de álcool, etc, etc.

Em Portugal, o pós 25 de Abril criou uma situação de monopólio, ou melhor de duopólio, entre a SCC e a Unicer. Pequenas cervejarias como a Marina, Clock ou Topázio foram incluidas nestas duas companhias. Aliás, e apenas como nota de rodapé, frise-se que a Unicer saiu bastante mais beneficiada que a Central, pois ficou com fábricas no norte, centro e sul do país, enquanto que a Central ficou sem qualquer industria no norte, tendo igualmente que arcar com as incomensuráveis dívidas da Cergal. Mas passando à frente, apenas para referir que, em Portugal, nunca chegou a haver a recuperação das pequenas empresas. E estamos a chegar à fase em que as firmas se estão a virar para os não consumidores. Após esta amálgama de pensamentos aonde é que quero chegar!? Quaro chegar ao facto de que parece-me que saltámos uma fase evolutiva importante, a qual receio que nunca a venhamos a recuperar. O fenómeno das microbrewers já existe um pouco por todo o mundo e por cá nem sombras!

As micro-cervejarias são, de facto, muito importantes. Começando como outsiders, acabam por atingir uma boa quota de meracdo o que, ao fim de alguns anos, leva a que as grandes empresas olhem para elas. E então o que fazer? Ou compram-nas ou tentam lançar produtos de qualidade e fazer concorrência directa! Agora pergunto-me? Quem é que ameaça a Sagres ou a SB? Porque é que eles hão-de estar preocupados com 0,00001% dos consumidores que querem produtos de qualidade? Não será mais fácil tentar conquistar os 30% da população total que não bebe cerveja e prefere uma Bacardi Breezer, Martini Metz ou outro alco-pop ou cocktail? E agora começam a misturar sabores e a reduzir calorias!!!

Enfim, toda esta lenga-lenga para afirmar que, e é com triteza que o digo, parece-me que o futuro, pelo menos em Portugal, aponta mais para Sagres Lima Lights e SB Greens do que para IPA's, Doppelbocks ou Weizens. Espero enganar-me redondamente e que o futuro seja como o mitos o visiona. Mas confesso que não estou optimista.

Abraço.


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cervisiafilia
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Mensagempor cervisiafilia » quinta set 06, 2007 18:36

No caso brasileiro, a fusão Brahma / Antarctica não teve repercussão alguma junto ao consumidor - foi criada a Ambev mas como foram mantidas as marcas Brahma e Antarctica com todos os seus tipos e "submarcas" nada se alterou - porém, com o aparecimento de centenas (claro que algumas já se afundaram) de microcervejarias com suas artesanais de qualidade a Ambev se assustou e começou a lançar novas marcas e "novas/velhas" descobertas tais como a cerveja Serrana, a Brahma Bier, etc. que já foram para o vinagre.
Se avaliarmos pelo periodo da fusão até hoje, a cervejaria Itaipava cresceu, a Schincariol cresceu. A Ambev, se cresceu, pelo seu tamanho cresceu muito pouco (tocada pelo susto - fazendo tentativas). O lançamento da Skol Lemon, muita propaganda, pouca freguesia - anunciaram ser a primeira cerveja misturada com frutas, cairam no ridículo, desde 1990 e alguma coisa a quase totalidade das micros ofereciam misturas com frutas e até com vinho.
Pelo menos uma coisa tenham certeza, se em Portugal houver a fusão alguma coisa o consumidor perderá (as linhas em paralelo tenderão a desaparecer como os refrigerantes Brahma).
Espero que comece, embora tardiamente, a aparecer a figura do cervejeiro artesanal caseiro portugues para concorrer com esse monopólio. - senão serão obrigados a "engolir o sapo".
Só para ilustrar:
São Paulo, 14 de agosto de 2007

FEMSA Cerveja Brasil cresce acima do mercado no 1º Semestre de 2007

Empresa cresceu 2,4 vezes mais do que a líder do segmento no período

A FEMSA Cerveja Brasil, fabricante das cervejas SOL, Kaiser, Bavaria Premium, Xingu e Heineken tem crescimento representativo no semestre. Segundo dados da FEMSA e da AMBEV, as duas únicas empresas do mercado brasileiro de bebidas que reportam seus resultados à Bolsa de Valores e acionistas, a FCB registrou no período um crescimento de 11,4% no volume de vendas em relação a 2006, cerca de 2,4 vezes mais do que os números divulgados pela líder do segmento, que cresceu no mesmo período apenas 4,9%.
Além disso, o índice da FEMSA Cerveja Brasil também ficou acima do mercado, que fechou o semestre com 7,6%. No segundo trimestre de 2007, a companhia cresceu 8,1%, quase duas vezes mais do que a concorrente, comparado ao mesmo período de 2006.


Um abraço!
As Antigas Cervejarias Brasileirashttp://cervisiafilia.blogspot.com.br
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Mensagempor bmxutos » quinta set 06, 2007 19:20

Caro cervisiafilia,

também acredito que, a acontecer, a junção entre a Sagres (Central de Cervejas) e a Super Bock (Unicer) não irá trazer nada de bom ao consumidor, a exemplo do que aconteceu com a Brahma/Antarctica. A "revolução" muito dificilmente acontecerá por exclusiva iniciativa das grandes produtoras. O caminho, aliás, parece-me ser o inverso: as microcervejarias apostarem em produtos de qualidade, que aos poucos ganham o apreço do consumidor que se apercebe que nem tudo na vida são lagers e pilsners.

E acredito que, ao contrário do que acontece em Portugal, esse caminho já está a ser trilhado no Brasil. Veja-se o caso da Devassa e da Baden-Baden, duas pequenas cervejeiras que elaboravam produtos de qualidade (especilamente a último), ao qual conseguiam aliar boas vendas e lucros. tal não poderia deixar de aguçar o apetite aos grandes e, neste caso, quem acabou por ficar com o bolo foi a Schin. espera-se é que agora não tentem inverter o rumo traçado e obriguem a Baden a produzir pilsners fraquinhas e outras coisas sem jeito.

Infelizmente e pelo que tenho conhecimento, as outras grandes brasileiras também não produzem grande coisa. Pelo menos conheço a Kaiser e a Sol e ambas deixam muito a desejar. Já para não falar na Nova Schin e similares! O futuro passa definitivamente pelas micros e os grandes que se entendam!!! :D


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Mensagempor VicMaP » sexta set 07, 2007 10:08

Por engano, misturei o assunto que segue com outro. Mas a verdade é que deve ser colocado aqui, pelo que transcrevo:

Ainda a propósito do tema que deu origem, quero acrescentar algo. E faço-o por uma questão de justiça.
Quando saíu a Bohemia d'Ouro, que provei alguns dias após o lançamento, referi-me a ela negativamente. Provavelmente não estaria num dia adequado a um julgamento, porque, passadas umas semanas, e ao ver no ECI uma oferta de copo a quem comprasse dois packs, aproveitei. Ofereci um dos packs, na presunção que não ia ter paciência para beber ambos.
Mas um dia destes, decerto de melhor humor, abri uma Bohemia d'Ouro e lá a bebi. E o que é certo é que nem a achei nada má, desta vez. Claro que não é uma fora-de-série, mas achei-a algo parecida com uma das sazonais da República da Cerveja, meio fumada. Resumindo, tenho que me retractar da primeira opinião.
Agora, o que não lhe encontro é qualquer relação com a Bohemia original. Nem na textura, nem no sabor ou aroma, ou sequer, e mais flagrantemente, na cor. Daí não entender o nome com que foi baptizada...

Abraço

Vic


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bmxutos
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Mensagempor bmxutos » quinta out 18, 2007 23:49

Parece que há uns avanços no negócio entre a Heineken e a Carlsberg para comprarem a Scottish & Newcastle, algo que faria com que a Unicer e a Central passassem a pertencer ao mesmo dono. A notícia a seguir é do dia 17 e saiu no Diário Económico:

"As fabricantes da cerveja Carlsberg e Heineken estão a planear lançar uma Oferta conjunta no valor de 7,2 mil milhões de libras (10,32 mil milhões de euros) para comprar a britânica Scottish and Newscatle, produtora da Foster's.

De acordo com o 'ElMundo', caso se concretize esta operação, a holandesa Carlsberg ficaria com os negócios da Scottish and Newscatle nos mercados da Rússia, França e Grécia, que estão valorizados em 5 mil milhões de libras, enquanto que a Heineken tomaria o controlo do mercado do Reino Unido e do resto da Europa que ascendem no total a perto de 3 mil milhões de libras.

A Scottish and Newscatle, que no ano passado obteve um lucro de 585 milhões de libras (840 milhões de euros), detém as três principais cervejas da Europa - Kronunbourg 1664, Foster's e Baltika - para além de marcas internacionais como a Grimbergen e a Newcastle Brown Ale.

A notícia não foi bem recebida pela cervejeira britânica, que qualificou o plano das suas rivais como "não solicitado e nada bem-vindo". No entanto, o mercado viu a operação com bons olhos, e as acções da Scottish and Newscatle."


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Cerevisiae
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Mensagempor Cerevisiae » sexta out 19, 2007 1:02

Tudo parece apontar para a concentração. E vai ter repercussões em Portugal. vejam:
http://dn.sapo.pt/2007/10/18/economia/d ... ralce.html

Não sei se isto é bom ou mau. Se a Heineken e Carlsberg disponibilizassem no mercado Português a sua vasta gama de produtos até era bom:) . Se for para as já semelhantes Sagres e Super Bock passarem a ser distintas apenas no marketing sem qualquer diferença no produto ... é mesmo mau :?

Vamos esperar para ver.


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Rasec
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Mensagempor Rasec » sexta out 19, 2007 13:44

Não sei se isto é bom ou mau, mas tanto quanto sei, fala-se que caso exista mesmo uma junção entre S&N e Carlsberg, esta última venda a sua parte da UNICER (menos de 50%) aos restantes accionistas, por forma a não haver monopólio em Portugal. Poderá mesmo ser uma obrigatoriedade para o negócio se concretizar.

No entanto ficaríamos com o dos maiores pesos pesados da indústria cervejeira contra um pequeno player (à escala global) o que pode ser injusto e abrir espaço a que entre outro tubarão no negócio a comprar a cota da UNICER.


Muita coisa vai acontecer entretanto :lol:

Vamos estar cá para comentar!


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Mensagempor RTS157 » quinta nov 15, 2007 16:12

Eis os últimos avanços na compra da S&N pela Heineken e Crlsberg:

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_d ... news=89470


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Mensagempor RTS157 » segunda mar 03, 2008 16:13

Novas Abadias no mercado. O que será que nos espera desta vez?

in Meios & Publicidade de 03/03/2008

Unicer lança mais duas Super Bock para as refeições

"Na próxima quarta-feira, dia 5 de Março, serão apresentadas, por António Pires de Lima, presidente do conselho executivo da Unicer, duas novas variedades Super Bock: a Super Bock Abadia Rubi e a Super Bock Abadia Gold. Segundo a convocatória de imprensa, estas cervejas foram “criadas especificamente para acompanhar refeições”, e assumem-se como “cervejas premium” e “uma alternativa ao vinho, com menos álcool e um preço mais competitivo”."


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Mensagempor emsfc » segunda mar 03, 2008 19:56

Ficamos então à espera para provar as novidades...

Abraço


"Artisanal is not a synonym for dirty and old-fashioned; it means brewing as one ought to, while at the same time applying modern know-how and technology"
Dirk Naudts

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Mensagempor RTS157 » quinta mar 06, 2008 10:08

Bom, o que nos espera são cervejas Gourmet. Acautelem-se a Chimay e a Samuel Adams, pois as trombetas da fortuna já anunciam a Abadia Rubi.

in Meios & Publicidade de 6/03/2008

Super Bock entra nas cervejas gourmet

A Super Bock lançou ontem dois produtos Premium, a Super Bock Abadia Rubi e a Super Bock Gold, desenvolvidas a pensar, respectivamente, no acompanhamento de refeições de carne e peixe. O lançamento das novas Super Bock Abadia Gourmet representa um investimento global de três milhões de euros, incluindo desenvolvimento de produto e uma campanha below e above-the-line assinada pela Strat.
Com as novas Super Bock Abadia Gourmet, a Unicer pretende atingir um volume de vendas de um milhão de litros para as duas referências, já em 2008.
As novas Abadias surgem numa garrafa com design exclusivo da autoria da agência inglesa You. Esta não é a primeira vez que a Unicer trabalha com a You já que quando foi o lançamento da Super Bock Green também foi essa a agência responsável pelo trabalho.

Imagem


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Mensagempor Rasec » quinta mar 06, 2008 10:13

Espera lá, mas isso não é a garrafa de Pedras Salgadas Pet?


É só de mim ou isso parece tudo menos uma garrafa de cerveja!?


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Mensagempor VicMaP » quinta mar 06, 2008 13:27

Rasec Escreveu:Espera lá, mas isso não é a garrafa de Pedras Salgadas Pet?


É só de mim ou isso parece tudo menos uma garrafa de cerveja!?

Bem, pelo menos tem um toque de originalidade.
Só espero que o conteúdo corresponda ao que a embalagem prenuncia :?


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Mensagempor ptlsousa » quinta mar 06, 2008 13:45

Estou ansioso por provar...
Não sei porquê, mas a expectativa não é grande...


Abraço,
P. Sousa

Chuck Reid Escreveu:Na teoria, não existe diferença entre Teoria e Prática.
Na prática, existe!
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Mensagempor Rasec » quinta mar 06, 2008 16:08

ImagemImagem[/quote]


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Mensagempor emsfc » quinta mar 06, 2008 18:48

ptlsousa Escreveu:Estou ansioso por provar...
Não sei porquê, mas a expectativa não é grande...


Idem


"Artisanal is not a synonym for dirty and old-fashioned; it means brewing as one ought to, while at the same time applying modern know-how and technology"

Dirk Naudts



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